Estudantes de Medicina conscientizam sobre doação de órgãos na Expo Umuarama Estudantes de Medicina conscientizam sobre doação de órgãos na Expo Umuarama

Estudantes de Medicina conscientizam sobre doação de órgãos na Expo Umuarama

Ação no Pavilhão da Indústria e Comércio usa linguagem acessível, interação com crianças e sorteio de brindes para atrair visitantes

Entre os estandes que chamam a atenção no Pavilhão da Indústria e Comércio da Expo Umuarama, um grupo de estudantes de Medicina da Universidade Paranaense tem despertado a curiosidade do público com uma proposta que vai muito além da visita ao espaço: informar e conscientizar sobre a importância da doação de órgãos.


Ao longo da feira, os estudantes, que atuam na Liga Acadêmica de Hepatologia, Doação e Transplante de Órgãos, conversam com visitantes, esclarecem dúvidas e explicam de forma simples como uma pessoa pode se tornar doadora.


Durante o bate-papo, o grupo também aborda quais órgãos e tecidos podem ser doados, explica o que é morte encefálica e chama a atenção para a realidade de quem aguarda por um transplante.


No Paraná, cerca de três mil pessoas estão atualmente na fila à espera de um órgão. Para os estudantes, levar essa informação ao público é uma forma de estimular o diálogo dentro das famílias — passo considerado fundamental para que a doação aconteça.
Para aproximar as pessoas do tema, o grupo apostou em uma estratégia criativa e acolhedora. As crianças recebem doces e bexigas moldadas em forma de animais, o que acaba atraindo também os pais para a conversa. “Se a gente atrai a criança, os pais vêm nos ouvir”, comenta uma das acadêmicas.
Além da abordagem educativa, os visitantes podem participar de sorteios. Quem preenche um cupom concorre a brindes como uma pizza grande e um rodízio de pizza [da pizzaria OForno] e uma noite de boliche para um grupo de até dez pessoas.


“A iniciativa transforma o espaço em um ponto de diálogo sobre solidariedade e saúde pública, mostrando que informação simples e bem apresentada pode ajudar a salvar vidas”, diz a coordenadora do curso de Medicina, Maria Elena Martins, elogiando o trabalho da equipe.
“É muito bonito ver nossos acadêmicos levando conhecimento à comunidade e assumindo esse papel de conscientização, por meio desse trabalho feito com sensibilidade e responsabilidade; na prática, eles demonstram que a formação médica também passa pelo compromisso social.”

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